Um tiroteio registrado nos arredores da Casa Branca provocou um lockdown na sede do governo dos Estados Unidos na noite deste sábado (23), em Washington. O incidente ocorreu por volta das 18h no horário local e mobilizou equipes do Serviço Secreto e do FBI.
Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen. Ele atravessou correndo um posto de segurança armado com uma espingarda e trocou tiros com agentes do Serviço Secreto que faziam a proteção do local.
Durante a ocorrência, um pedestre também foi ferido. O estado de saúde da vítima não foi informado pelas autoridades.
O ataque aconteceu próximo ao cruzamento da Rua 17 com a Avenida Pensilvânia NW, nas proximidades do Edifício Executivo Eisenhower, ao lado da Casa Branca. Testemunhas relataram dezenas de disparos durante a troca de tiros.
A emissora Fox News informou que cerca de 30 tiros foram ouvidos no local. Já jornalistas da CNN relataram ao menos 20 disparos.
O presidente Donald Trump estava na residência oficial no momento do incidente, mas não foi atingido nem precisou deixar o local.
Após o tiroteio, jornalistas que estavam no complexo presidencial procuraram abrigo enquanto a área era isolada pelas equipes de segurança. Agentes armados com fuzis foram vistos circulando pelos jardins da Casa Branca e bloqueando temporariamente a sala de imprensa.
Em publicação nas redes sociais, o diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a agência participa da resposta à ocorrência e apoia o Serviço Secreto na investigação do caso.
Cole Tomas Allen foi preso após a ação e, segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, se declarou inocente das acusações, incluindo tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos.
O lockdown é um protocolo de segurança adotado em situações consideradas de alto risco, como ameaças armadas ou tiroteios nas proximidades da Casa Branca. Durante o procedimento, a sede do governo norte-americano é totalmente isolada para garantir a segurança do presidente, funcionários e visitantes.
O caso segue sob investigação das autoridades federais dos Estados Unidos.




