10/10/2016 às 12h29min - Atualizada em 10/10/2016 às 12h29min

PSD mira próximas eleições e projeta Fávaro para o Senado

Um dos que defendem a candidatura do vice-governador é o deputado estadual Gilmar Fabris

Airton Marques
Mídia News
O vice-governador e presidente do PSD, Carlos Fávaro, é visto como forte nome para o Senado (Foto: MidiaNews)

Ainda vivenciando a disputa eleitoral no segundo turno na Capital, o PSD já projeta as próximas eleições, em 2018, e aposta no vice-governador e presidente regional da sigla, Carlos Fávaro, como o nome mais forte para se candidatar ao Senado Federal.

A possibilidade foi ventilada pelo deputado estadual Gilmar Fabris. Atualmente, José Medeiros é o representante da sigla no Senado.

“Não podemos descartar que hoje um dos grandes quadros para ser senador da República é o Fávaro. Pois ele está em um partido forte, é um cara com vontade de fazer política, humilde e simples”, declarou.

“Ele nunca falou isso para mim, mas eu perguntei para o senador Jaime Campos se ele desejava ser candidato a senador, e ele disse que não, pois gostaria de ser suplente. Então, questionei se ele aceitaria ser suplente do Fávaro. E ele disse que era para eu avisar que sim”, completou.

Questionado sobre seu futuro político, no entanto, o vice-governador afirmou que ainda não é o momento de tratar sobre o assunto.

“O projeto é de primeiro cumprir com os compromissos feitos com os cidadãos que elegeram nossos prefeitos, vice e vereadores. A política mudou, nós temos hoje que trabalhar muito e dar respostas”, afirmou.

“Feito isso, tenho certeza que, em 2018, o partido estará muito forte para sentar à mesa e discutir um novo projeto para Mato Grosso”, declarou.

Projetos para AL e Câmara

Fávaro revelou ainda que o PSD já pensa nos projetos para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal, em 2018. Por isso, os vereadores Domingos Sávio e Maninho de Barros, de Cuiabá e Várzea Grande, respectivamente, não disputaram a reeleição neste ano.

O vice-governador destacou que a eventual eleição para o legislativo municipal poderia atrapalhar "voos mais altos".

“Quando a pessoa se coloca disposto a ser candidato, deve estar pensando em se eleger e cumprir o compromisso com a população. Se ele tem outro objetivo, precisa reavaliar e se preservar. É isso que fizemos com esses candidatos”, explicou.

Domingos, que está em seu terceiro mandato na Câmara de Cuiabá, disse que irá construir seu projeto político junto com seu partido.

“Eu não quis [a reeleição], porque meu projeto já deixou de ser a Câmara de Cuiabá. Sou vereador de quatro mandatos e já era hora de tentar novos projetos. Achei melhor abrir mão da Câmara para tentar o projeto para 2018. Sem o apoio do partido, eu não vou a lugar algum. Por isso, vou construir esse projeto junto com a sigla”, declarou.


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