07/10/2016 às 19h05min - Atualizada em 07/10/2016 às 19h05min

Em Cuiabá, Alckmin admite disputar presidência

O governador comentou sobre os escândalos sobre corrupção no país, crise econômica e também sobre a vitória de João Dória, eleito no primeiro turno com 53% dos votos válidos para Prefeitura da capital paulista.

Fernanda Leite
Gazeta Digital

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) que esteve de passagem na capital mato-grossense na manhã desta sexta-feira (7) para acompanhar testes da vacina contra a dengue, concedeu entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Record, canal 10.

Entrevistado pelo apresentador Lúcio Sorge e revelou se a eleição para sucessão presencial fosse hoje, ele seria candidato. “Vamos aguardar e ajudar o Brasil a sair da crise e ajudar 12 milhões de pessoas desempregadas e a alta ociosidade na indústria. 2018 está longe, mas se as eleições fosse hoje eu seria o candidato”.

Ele evitou comentar, caso, não tenha seu nome escolhido nas prévias do PSDB, para ser o nome que irá disputar a presidência, se pretende mudar para o PSD do o ex-prefeito paulistano e novo ministro de Ciência e Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab.

O governador comentou sobre os escândalos sobre corrupção no país, crise econômica e também sobre a vitória de João Dória, eleito no primeiro turno com 53% dos votos válidos para Prefeitura da capital paulista.

"O  modelo presidencialismo não funcinou. Eu defendo a reforma política para diminuir o números de partidos. Não é possível ter 35 partidos no páis. Temos o melhor sistema de apuração eletrônica do mundo e o pior sistema político partidário. Um modelo exaurido. "Tem pessoas que ficaram bilionárias com a política e agora existe uma mudança cultural onde o cidadão exige respeito ao dinheiro público".


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