26/10/2016 às 16h20min - Atualizada em 26/10/2016 às 16h20min

Homem é preso por morte de comparsa em assasinato em MT

Redação
Página Press

A Polícia Judiciária Civil do município de Tapurah (433 km a Médio-Norte) esclareceu um homicídio qualificado ocorrido na cidade de Itanhangá, (447 km a Médio-Norte), em que a vítima foi morta a facadas. Identificado como autor do homicídio, Taua Gabriel Alves de Lara, 22, também é suspeito de assassinar, dias depois, o seu comparsa no crime.

A vítima, Diego Soares da Silva, 29, foi assassinada no dia 19 de setembro, com 5 golpes de faca, sendo duas no pescoço, duas na cabeça e uma no braço. Após levantamento de informações e oitivas de testemunhas, a equipe de investigadores da Delegacia de Tapurah, que atua em Itanhangá, identificou Taua como autor do crime.

Policiais se deslocaram até o município de Itanhangá, onde localizaram o suspeito. Questionado, Taua admitiu ter cometido o crime na companhia de Silvanir Bento dos Santos, 22, o “Esquilo”. Dias depois do homicídio de Diego, Silvanir foi assassinado com o mesmo modo de ação.

Segundo as investigações da Delegacia de Tapurah, Taua e Silvanir estavam atuando com o tráfico de drogas em Itanhangá e Diego teria furtado entorpecentes dos traficantes. Parte da droga furtada dos traficantes foi localizada pelos policiais na casa da vítima, no dia em que ela foi assassinada.

Em interrogatório, Taua confessou a autoria do crime em parceria com o comparsa Silvanir, porém negou a motivação levantada pela Polícia Civil, alegando que o motivo seria ciúmes de uma mulher. Após a confissão, a Polícia Civil imediatamente representou pela prisão temporária do suspeito, prontamente deferida pela Justiça e cumprida pelos investigadores.

Indagado sobre a morte do comparsa, o suspeito negou a autoria do crime, porém, mesmo com a negativa, Taua é o principal investigado. Os policiais continuam as diligências para esclarecer o homicídio de Silvanir.

Participaram da ação, os investigadores e escrivães da Delegacia de Tapurah, coordenados pelo delegado Rafael Scatolon e Walter Melo Fonseca Junior. 


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