26/10/2016 às 17h13min - Atualizada em 26/10/2016 às 17h13min

Seca prejudica produção de soja e milho em região brasileira

Mizael Duarte
Página Press

A falta de chuvas no Nordeste tem sido um problema recorrente nos últimos meses. Como consequência, diversas culturas sofreram danos e os agricultores estão passando por dificuldades para superar os prejuízos da safra atual. Segundo Carlos Augusto da Cunha, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Piauí (FAEPI) e SENAR-AR/PI, o cultivo de milho e soja no estado foi muito afetado. “Pelo menos metade da produção foi perdida, algo em torno de 40% e 50%”, afirma.

O especialista explica que a falta de chuvas ocorreu na fase final das culturas, atrapalhando a colheita e impedindo o desenvolvimento dos grãos. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), praticamente não choveu entre julho e setembro em Teresina, capital do estado. Até o dia 25 de outubro, o volume acumulado não passou dos 16mm.

Segundo Cunha, não há alternativas para recuperar a lavoura danificada. “Quando há perdas, só resta investir na próxima safra para recuperar o prejuízo”, conta.

De acordo com Alexandre Nascimento, meteorologista da Climatempo, os próximos meses da primavera serão de muito sol e calor no Nordeste. “Até poderemos ter alguma chuva na região de Teresina, mas o predomínio é de muito sol e calor, como é normal nesta época do ano”, afirma.

Sobre o Grupo Climatempo

O Grupo Climatempo é a principal empresa privada de meteorologia do país. Fornece, atualmente, conteúdo para mais de 50 retransmissoras nacionais de televisão, para rádios de todo o Brasil e para os principais portais. Com cerca de dois mil clientes oferece conteúdo meteorológico estratégico para o setor de agricultura, moda e varejo, energia elétrica, construção civil,  seguradoras e indústrias farmacêutica e de alimentos.

O Portal Climatempo transformou-se no veículo líder em visitação do país. É referência na divulgação de conteúdo que estimula a consulta diária de previsão do tempo. Classificado nos principais institutos de pesquisa entre os 30 sites mais visitados do país em língua portuguesa, é visitado por mais de 1, 5 milhão de usuários por dia, chegando a quase 3 milhões nas vésperas de feriados e durante fenômenos extremos de tempo e clima, com um crescimento anual na marca de 30%. O Grupo é presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 27 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.


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