11/11/2016 às 16h41min - Atualizada em 11/11/2016 às 16h41min

Aliados apostam em candidatura de Blairo Maggi, mas ministro nega disputar presidência em 2018

Na entrada do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Saúde e de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sisma – MT), onde ocorreu uma reunião de políticos e representantes do Partido Progressista (PP) nesta sexta-feira (11), uma faixa com cerca de 6 metros estampa a empolgação dos progressistas após os bons resultados das eleições deste ano: “Blairo Maggi, um nome para o Brasil”.

A possibilidade do ministro da agricultura Blairo Maggi (PP) se candidatar à Presidência da República em 2018 é a principal aposta dentro do partido. O discurso, ainda modesto, é assumido até mesmo pelo presidente estadual da sigla, o deputado federal Ezequiel Fonseca.

“O Blairo está num momento ímpar, ele como ministro está sendo um dos melhores, está abrindo as portas do Brasil para as exportações e é um nome muito bem visto dentro do quadro nacional. Além disso, Partido Progressista tem uma grande expectativa de ter o nome para a majoritária nacional, então existe a possibilidade e nós vamos ter que construir isso”, falou o deputado federal.

Outro líder do PP que não descarta a ideia é o vereador Paulo Araújo, reeleito este ano para a Câmara de Cuiabá. Paulo falou com ainda mais convicção sobre as eleições para presidente e adotou o tom otimista ao se referir à candidatura de Maggi em 2018.

“Hoje o ministro Blairo Maggi é maior referência política do Estado de Mato Grosso, é candidato à presidência pelo PP em 2018 e vem se articulando a nível de Brasil para poder viabilizar a sua candidatura. É inevitável que o partido dispute a majoritária em Mato Grosso visando o projeto político para este ano”, afirmou o vereador.

Candidatura inviável

Apesar das demonstrações de entusiasmo, o presidenciável negou a chance de se candidatar ao Palácio do Planalto daqui a dois anos. Logo ao chegar no encontro, Maggi falou com a imprensa e, pelo menos oficialmente, não confirmou as expectativas dos colegas.

“Não existe nenhum projeto nesse momento e nem acho que deverá existir. Nosso partido não é um partido muito grande que consiga imprimir um nome para presidência da República. É claro que o partido deseja, mas eu não creio que uma candidatura nascida no PP possa arrastar os outros partidos. Isto é possível acontecer? Sim, se todos os astros se alinharem pode ocorrer, mas eu acho muito difícil”, afirmou o ministro.
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