Hospital Central de Mato Grosso inicia atendimentos pelo SUS nesta segunda-feira

Maior unidade pública de alta complexidade do estado, hospital em Cuiabá terá 287 leitos e será administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein; acesso será apenas por regulação da Secretaria de Saúde.

Reprodução

Começam nesta segunda-feira (19) os atendimentos do Hospital Central de Mato Grosso, considerado o maior hospital público de alta complexidade do estado. A unidade está localizada na Avenida Desembargador Milton Figueiredo Ferreira Mendes, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, e será administrada pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

O hospital vai atender pacientes de médio e alto risco em diversas especialidades, como cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia vascular, urologia, ginecologia, mastologia, cirurgia pediátrica, neurocirurgia, cirurgia cardiovascular, ortopedia pediátrica, cardiologia, neurologia e pediatria, entre outras.

Com uma área construída de 32 mil metros quadrados, a estrutura conta com 287 leitos, sendo 60 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 36 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e 191 de enfermaria. A previsão é de que o hospital realize, por ano, cerca de 80 mil exames, 32 mil consultas médicas e 6,5 mil cirurgias.

Os atendimentos serão feitos exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, a unidade não funcionará como porta aberta. Para ser atendido no Hospital Central, o paciente precisará de encaminhamento da Central de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

A Central de Regulação é responsável por organizar o acesso da população aos serviços do SUS, como consultas, exames, cirurgias e internações, utilizando o Sistema Nacional de Regulação (SISRE), do Ministério da Saúde. Na prática, os pacientes passam inicialmente por unidades de saúde como Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

Após o primeiro atendimento, os casos são inseridos no sistema de regulação, onde uma equipe técnica da Secretaria Estadual de Saúde avalia a necessidade do procedimento e autoriza o encaminhamento ao Hospital Central, conforme a gravidade do quadro e a fila de espera.

Segundo a SES-MT, o objetivo do modelo é organizar o fluxo de pacientes, evitar a superlotação da unidade e garantir que os recursos sejam direcionados, prioritariamente, aos casos de maior complexidade.

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