À medida que as capacidades das ferramentas de inteligência artificial (IA) se expandem e a sua utilização aumenta, cresce também a preocupação com o seu impacto. Afinal, vale lembrar a frase atribuída a John Philpot Curran: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.
Pesquisa recente realizada pelo Pew Research Institute em 25 países apontou que mais pessoas estão preocupadas do que entusiasmadas com a utilização da IA. O Brasil está entre os cinco países que mais expressam preocupação.
Inegavelmente, a IA é uma inovação disruptiva que representa um passo significativo em muitos sentidos. Há inúmeros aspectos potencialmente benéficos nessas novas ferramentas, principalmente para agilizar processos e automatizar tarefas burocráticas.
Porém, existem fatores de risco que devem ser levados em consideração. Não estou falando de uma revolução das máquinas, mas do impacto que as novas tecnologias exercem sobre a dinâmica da vida humana. Permitam-me mencionar três aspectos que exigem cautela e atenção.
À medida que as capacidades das ferramentas de inteligência artificial (IA) se expandem e a sua utilização aumenta, cresce também a preocupação com o seu impacto. Afinal, vale lembrar a frase atribuída a John Philpot Curran: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.
Pesquisa recente realizada pelo Pew Research Institute em 25 países apontou que mais pessoas estão preocupadas do que entusiasmadas com a utilização da IA. O Brasil está entre os cinco países que mais expressam preocupação.
Inegavelmente, a IA é uma inovação disruptiva que representa um passo significativo em muitos sentidos. Há inúmeros aspectos potencialmente benéficos nessas novas ferramentas, principalmente para agilizar processos e automatizar tarefas burocráticas.
Porém, existem fatores de risco que devem ser levados em consideração. Não estou falando de uma revolução das máquinas, mas do impacto que as novas tecnologias exercem sobre a dinâmica da vida humana. Permitam-me mencionar três aspectos que exigem cautela e atenção.




