O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), comentou nessa segunda-feira (11) os resultados da pesquisa nacional Futura/Apex que apontam o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Durante a declaração, Abilio demonstrou confiança na vitória do correligionário e afirmou que o cenário reflete um sentimento de mudança entre os eleitores.
“Eu tenho visto bastante gente reclamar na esquerda, mas isso não vai mudar nada. O Flávio vai ganhar a eleição”, declarou o prefeito.
Aliado da família Bolsonaro em Mato Grosso, Abilio afirmou ainda que o grupo político trabalha em um projeto de “resgate” do país.
Segundo o levantamento da Futura/Apex, no cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador aparece com 46,9% das intenções de voto, enquanto o atual presidente soma 44,4%.
A pesquisa também simulou um cenário entre Flávio Bolsonaro e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Nesse confronto, o senador do PL registra 49,6% contra 37,9% do petista.
Nos cenários de primeiro turno, Lula lidera numericamente. Em uma das simulações, o presidente aparece com 39,2%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37%. Michelle Bolsonaro (PL) surge com 13,3% e o governador Eduardo Leite (PSD) com 2,7%.
Em outro cenário, Lula registra 40,3%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 38,1%. Ciro Gomes (PDT) aparece com 6,8% e Simone Tebet (MDB) com 4,5%.
O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Lula aparece com 47,4% de rejeição, seguido por Flávio Bolsonaro, com 43,8%, Fernando Haddad, com 43,2%, e Michelle Bolsonaro, com 42,4%.
A pesquisa apontou ainda que 51,8% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 44,9% aprovam a gestão federal. Já o Supremo Tribunal Federal (STF) registra reprovação de 54,3%.
O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 8 de maio de 2026, com 2 mil eleitores de todas as regiões do país. A metodologia utilizada foi a de entrevistas telefônicas assistidas por computador (CATI).
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03678/2026 e teve custo declarado de R$ 160 mil.




