Mansão de Ana Hickmann em Itu será leiloada com lance inicial de R$ 35 milhões

Imóvel será ofertado em leilão virtual após decisão da Justiça de São Paulo para quitar dívida de R$ 750 mil

Reprodução/Instagram

A mansão da apresentadora Ana Hickmann, localizada em Itu, no interior de São Paulo, já tem data para ir a leilão após decisão da Justiça paulista. O imóvel será ofertado em leilão virtual com lance inicial de R$ 35 milhões.

O leilão terá duas etapas. A primeira praça está marcada para o dia 26 de março de 2026, às 14h, com valor mínimo correspondente à avaliação judicial do imóvel, fixada em R$ 35 milhões. Caso haja lance nesse valor ou superior, a venda será concluída imediatamente.

Se não houver interessados na primeira fase, uma segunda praça será realizada no dia 15 de abril de 2026, também às 14h. Nessa etapa, o valor mínimo será reduzido para 75% da avaliação, cerca de R$ 26,25 milhões.

O comprador deverá efetuar o pagamento à vista, em até 24 horas após a arrematação, além de pagar comissão de 5% ao leiloeiro. O processo prevê ainda a publicação de edital e a possibilidade de visitas ao imóvel.

A medida integra um processo movido por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa da apresentadora, a Hickmann Serviços Ltda., para cobrança de uma dívida de R$ 750 mil reconhecida judicialmente.

Segundo a decisão, o valor arrecadado com o leilão será utilizado para quitar o débito. Caso o montante obtido seja superior à dívida, a diferença deverá ser devolvida aos proprietários do imóvel.

No despacho, a 44ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo nomeou um leiloeiro oficial e determinou que o procedimento seja realizado exclusivamente pela internet. A decisão também estabelece que o imóvel será vendido “no estado em que se encontra”.

Com isso, caberá ao arrematante verificar as condições da propriedade e assumir eventuais dívidas vinculadas ao bem, com exceção de débitos fiscais, conforme prevê a legislação.

Antes da determinação judicial, a mansão estava anunciada por R$ 40 milhões em uma imobiliária. A negociação foi interrompida após pedido da defesa de Alexandre Corrêa, que alegou não ter sido consultada sobre a venda de um bem pertencente ao casal.

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