O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (2) que o governo federal está otimista com a adesão das unidades da Federação ao projeto de redução do ICMS sobre o diesel.
Segundo Alckmin, mais de 90% dos estados aceitaram a proposta, que prevê uma diminuição adicional de até R$ 0,60 no preço final do combustível ao consumidor.
De acordo com estimativas do governo, 21 estados e o Distrito Federal já confirmaram participação no plano. Por outro lado, Rio de Janeiro e Rondônia recusaram a proposta. Outras negociações seguem em andamento, sob coordenação do Ministério da Fazenda.
Durante café com jornalistas, o vice-presidente destacou medidas adotadas para conter os impactos da alta dos combustíveis, incluindo a retirada de tributos federais e a zeragem de PIS/Cofins.
“O governo não tem poder de acabar com a guerra, mas faz o possível para minimizar os impactos dela. O que foi feito: retirar tributos federais; zerar o PIS/Cofins; e subsidiar o diesel em R$ 1,20, com R$ 0,60 pelas unidades da Federação e R$ 0,60 da União”, afirmou.
O governo também confirmou a adesão do Distrito Federal ao plano, após incertezas iniciais sobre a participação da capital na proposta de controle dos preços dos combustíveis.



