Gilmar Mendes nega habeas corpus para transferência de Bolsonaro à prisão domiciliar

Ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses por trama golpista; mudanças na custódia incluem assistência médica e equipamentos de fisioterapia

Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (16) um pedido de habeas corpus que buscava a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar. Segundo o portal Metrópoles, Mendes considerou o pedido inadequado, pois não foi apresentado pela defesa técnica oficial de Bolsonaro, mas por um terceiro.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma trama golpista. Na quinta-feira (15), ele foi transferido da Superintendência da Polícia Federal para a “Papudinha”, uma Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, anexo ao Complexo da Papuda, em Brasília. A mudança foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, com regras rígidas para a custódia.

Entre as condições estão assistência médica 24 horas por profissionais particulares, alimentação especial entregue por pessoas indicadas e visitas semanais da esposa e dos filhos. Bolsonaro também recebeu autorização para instalar barras de apoio e equipamentos de fisioterapia, como esteira e bicicleta, mas teve negado o pedido de instalação de uma smart TV na cela.

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