O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu a quebra de sigilo dos envolvidos nas denúncias de conexões entre empresas, fundos de investimento e o Banco Master, com atuação junto ao Governo de Mato Grosso.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (25), durante audiência da CPI do Crime Organizado no Senado, que ouviu o ex-governador Pedro Taques (PSB), atualmente advogado de sindicatos de servidores estaduais.
Segundo Fagundes, a quebra de sigilo é fundamental para o avanço das investigações e para o esclarecimento dos fatos.
“Não tem outra forma que não seja a quebra de sigilo, para que a gente possa dar satisfação e mostrar a verdade, doa a quem doer”, afirmou.
O senador disse ver nas denúncias apresentadas por Taques indícios de uma estrutura articulada envolvendo o banco e outras instituições.
“Tudo isso parece uma teia ligada a esse esquema do Banco Master”, declarou.
Apesar das suspeitas, o parlamentar ressaltou a necessidade de cautela na apuração, destacando que Taques é pré-candidato ao Senado. Segundo ele, as informações precisam ser devidamente comprovadas.
“Isso não pode ficar na falácia, isso tem que ser esclarecido”, concluiu.




